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Rumo ao FSM 2006
1º dia (24/01)
2º dia (25/01)
3º dia (26/01)
4º dia (27/01)
5º dia (28/01)
6º dia (29/01)
Memória FSM 2004
Memória FSM 2005
Em parceria com AVINA. Este link abrirá uma nova janela.
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FSM em Caracas teve 80 mil inscritos
O FSM 2006 policêntrico Américas, ocorrido de 24 a 29 de janeiro, em Caracas, Venezuela, contou com a participação de 80 mil inscritos, 3 mil voluntários e 4.900 jornalistas, em 2 mil atividades. Conheça aqui os números finais deste Fórum Social Mundial. mais


Críticas ao FSM
Muitos participantes manifestaram seu descontentamento com a organização do evento. Segundo alguns, o governo venezuelano deu mais suporte à autopromoção do que propriamente à estrutura do Fórum Social Mundial. mais


Boaventura: o respeito à diversidade é a chave para a integração latino-americana
O sociólogo português Boaventura de Souza Santos, da Universidade de Coimbra, foi um dos destaques da mesa de diálogo e controvérsia “Crise e limites da onda democrática na América Latina”. Ele falou sobre os as democracias da América Latina, disse que Lula "foi para o outro lado" e demonstrou interesse pelo processo que se inicia na Bolívia, com a ascenção de Evo Morales à presidência daquele país. mais


Convocatória da Assembléia dos Movimentos Sociais
A Assembléia de Movimentos Sociais foi concluída no dia 29, divulgando a agenda de manifestações e ativismo para 2006. Os protestos contra a guerra e contra a Roda de Doha, da OMC, são dois dois principais eixos de ação. Uma grande manifestação em oposição ao militarismo dos Estados Unidos está marcada para o dia 18 de março. Veja a versão preliminar da convocatória. mais


Ricardo Henriques: "O cotidiano precisa de tensão"
Integrante da delegação do governo brasileiro que participa deste Fórum Social Mundial, o economista Ricardo Henriques, secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação, falou à Rets com exclusividade. Ele aborda o tema da integração latino-americana e, num campo mais doméstico, comenta as tensões no relacionamento entre governo e sociedade civil, que, segundo afirma, são positivas e podem produzir soluções virtuosas. mais


La tierra, el agua, los recursos genéticos y la biodiversidad son patrimonio de los pueblos
Declaração da Coordenadora Latino-americana de Organizações do Campo (Cloc) e da organização mundial Via Campesina por ocasião de sua participacião no VI Fórum Social Mundial (FSM) e II Fórum Social Américas, realizado en Caracas, Venezuela, de 24 a 29 de janeiro de 2006. mais


Organizações latino-americanas unidas por mídia mais democrática
Entidades buscam agenda comum para promover o tema da comunicação como um direito. A principal estratégia é a criação de meios alternativos e contra-hegemônicos. Nos debates do Fórum, a realidade local serviu de exemplo para a reflexão sobre as ações possíveis. mais


Mudar a comunicação para mudar a realidade é tarefa de mulheres e homens
Nesta entrevista - feita durante o que deveria ser uma oficina sobre “Rádio e Eqüidade de Gênero” no FSM 2006, não realizada por falta de quórum -, Tachi Arriola, ativista da ONG Radialistas Apasionadas y Apasionados, fala sobre o que é preciso para que o rádio possa ser um meio verdadeiramente democrático no que diz respeito à participação - nos postos de trabalho, nos temas, nas perspectivas - de mulheres e homens. mais


Novo internacionalismo
Ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, o ministro Luiz Dulci participou nesta sexta-feira do painel "Globalização, poder e desenvolvimento", ao lado de nomes como Samir Amin, presidente do Fórum Mundial de Alternativas, e Lori Wallach, diretora da organização norte-americana Public Citizens. Ele destacou o conceito de um "novo internacionalismo", que estaria sendo construído na esfera dos movimentos sociais e dos governos a partir de alguns aspectos inovadores de resistência à política hegemônica. mais


Movimentos sociais e partidos políticos: uma outra qualidade de diálogo é possível. E necessária.
A frágil fronteira entre a atuação “típica” ou “ortodoxa” das ONGs e dos movimentos sociais, dedicados historicamente ao fortalecimento da capacidade de intervenção das demandas de parcelas da população e da ação política dentro dos partidos políticos, foi o tema do debate “Crises da política: Relações entre Partidos e Movimentos Sociais”, organizado pela Eurolat e pelo coletivo de entidades comprometidas com o projeto Agenda Pós-Neoliberal. mais


José Ignacio Vigil: "É preciso perder o respeito pelo poder"
Cidadania não tem a ver com lugar de nascimento, idade ou nacionalidade. Cidadania tem a ver com a própria existência, pois, como diz a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em seu artigo essencial, todos nascem livres e são iguais em dignidade e direitos. Essa reflexão é o ponto de partida para o conceito que o cubano José Ignacio López Vigil, produtor e capacitador de rádio, defende para as rádios comunitárias: uma rádio que se pretenda cidadã deve se fundamentar nos valores dessa cidadania. mais


Direito à comunicação – do pensar ao fazer
Não há nada de novo em dizer que a Comunicação é um direito humano, sistematicamente violado num mundo onde a mídia é controlada por grandes corporações, conformada pela lógica do mercado. Com este discurso foi aberto o painel “Direito à Comunicação”, organizado pela DECAL - Campanha Continental pelo Direito à Comunicação. Apesar da abordagem tão familiar para quem acompanha o tema, o painel trouxe novidades importantes que podem servir como estratégias para que do discurso à prática o caminho seja cada vez mais rápido e efetivo. mais


O alto preço da dívida
Os países do Sul devem buscar alternativas de integração para enfrentar o receituário das instituições financeiras multilaterais. A situação se impõe pelo endividamento que apenas faz aumentarem as desigualdades de países já muito pobres. Essa discussão marca o ciclo de painéis sobre integração e desenvolvimento organizado pelo GT Integración. Na manhã de hoje, ativistas de diferentes nacionalidades relataram as conseqüências da dívida para seus países. O agricultor Victor Nzuzi, do Congo, desabafou: "Nos cortaram os braços e as pernas e nos disseram: 'vocês estão livres'". mais


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